Seg, 25 de Setembro de 2017
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Principios dos Pin Hole - Parte I  

 

    A maioria das pessoas se adapta imediatamente ao uso dos óculos PinHole enquanto outros precisam de um tempo, antes de sentirem-se confortáveis com eles.

    Isto é similar à adaptação ao uso dos óculos bifocais, quando precisamos nos acostumar ao fato de que a imagem parece saltar, quando movemos a vista entre a parte superior e a inferior da lente. Estes saltos também podem acontecer com os orifícios.

Difração. O salto nos óculos bifocais é devido à refração diferente, ou seja, à mudança de direção da luz na passagem entre os segmentos superior e inferior dos óculos. Nos PinHole, o salto é devido à difração, que é a mudança da direção da luz quando da sua passagem próxima da extremidade de um objeto. Isto nos acontece sempre, em nossa vida diária, mas prestamos pouca atenção. Por exemplo, quando a luz é observada na neblina, as minúsculas partículas de água causam difração na luz o que dá um efeito de halo ao redor da fonte luminosa.

    Para observar este fenômeno dos pin holes, cubra um olho e olhe para um objeto pequeno e distante, pelo centro de um buraco. Então vire sua cabeça e deixe o objeto se mover para o próximo buraco.

     Você notará três coisas:

  1. O objeto escurece quando se aproxima da extremidade do buraco; 
  2. Se você virar sua cabeça rapidamente, o objeto parece saltar do primeiro buraco para o segundo;
  3. Se você virar sua cabeça lentamente, você verá a imagem em dobro que é criada quando o objeto estiver a meio caminho entre os buracos. Uma metade da imagem em dobro estará passando por um pinhole e a outra metade pelo buraco adjacente. 

     Em outras palavras, você verá o salto em movimento. 

    Na verdade o normal é imaginar que o objeto não será visível quando você enxerga a parte sólida dos óculos, mas na realidade você pode ver duas imagens devido à difração da luz.

    O diagrama abaixo mostra de forma exagerada como isto acontece.

    Se você imaginar uma bola passando na sua frente, da esquerda para a direita.

Inicialmente ela será vista:

  1. Corretamente no ponto A.
  2. Quando alcançar o ponto C, ela parecerá estar no ponto B, por estar sendo vista pelo primeiro furo e no ponto D, por estar sendo vista pelo segundo furo. 
  3. No ponto E, estará uma vez mais em seu ponto correto. As linhas sólidas que vêm do ponto C indicam o caminho atual da luz.

    As linhas pontilhadas que vêm dos pontos B e D indicam onde o olho acredita que o objeto está. Este processo cria uma imagem em dobro. O salto acontece quando a primeira metade da imagem em dobro é substituída pela segunda.

    Para algumas pessoas, particularmente para aquelas com pequeno erro refrativo, estes fenômenos são quase imperceptíveis, porém, quanto maior for o erro refrativo, mais óbvias estas coisas podem parecer. O orifício elimina os raios de luz fora do seu diâmetro, mas se o erro refrativo for bastante grande, os raios que atravessam a pequena abertura ainda podem contribuir significativamente para o borrão.

   Na realidade, por causa da pronunciada imagem em dobro e dos borrões que não podem ser superados, pessoas que têm mais de 6 graus de miopia, hipermetropia ou astigmatismo podem achar que os óculos PinHole normais, não são práticos. Porém, isto é até certo ponto dependente da distância do objeto visto.

    Uma pessoa com miopia e muito erro refrativo pode achar os óculos PinHole úteis para leitura ou para o trabalho com computador, mas não para o uso à distância.

   Uma pessoa com hipermetropia e muito erro refrativo pode achar o oposto; os óculos PinHole são melhores para distância que para perto.

 

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